Muitas pessoas acabam se complicando quando compram seu apartamento: algumas até precisam devolver o imóvel, o que é motivo de decepção. Entretanto, é possível realizar o sonho de ter um apartamento e não se endividar, sendo preciso observar bem as opções de imóveis e ter em mente a sua realidade financeira.

 

1- Financiamento em valor plausível

 

O financiamento é o que facilita a compra de diversos apartamentos, mas as parcelas dele podem ser de muitos valores e, se forem muito altas, é possível que não se possa pagar no futuro. Há compradores que concordam com parcelas altas de financiamento porque estão com um bom emprego ou porque receberam dinheiro por alguma circunstância. Porém, depois de alguns anos, será que essa parcela continuará podendo ser paga?

O ideal é o comprador considerar: se eu ficasse sem trabalho por algum tempo, ainda seria possível pagar essa parcela? Se a resposta for sim (porque existe ajuda da família, porque há investimentos ou aposentadoria), então se deve fazer o financiamento.

 

2- Utilize consórcio

 

Se você não tem tanta pressa em morar no seu próprio apartamento, pode considerar o consórcio. O custo mensal dele pode ser bem mais baixo que o valor de um financiamento e, se você cansar de esperar pelo sorteio, pode vender a sua participação. Porém, sempre escolha consórcios de confiança, como os de bancos.

 

3- Lembre-se do condomínio

 

Quem compra um apartamento tem de pagar o condomínio, ou taxa condominial. Alguns acham que esse valor só é pago quando se mora em um conjunto de prédios, mas até as torres únicas têm essa cobrança, que é aplicada na manutenção dos serviços e em melhorias.

Dessa forma, considere o valor do condomínio somado às parcelas para ter certeza de que conseguirá pagar. Se o máximo que você pode dispor é R$ 900,00 por mês, mas o condomínio custa R$ 200,00, o valor máximo da parcela do financiamento ou consórcio deve ser de R$ 700,00.

 

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4- Planeje o pagamento da entrada

 

O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) é ótimo para a entrada de apartamentos: aliás, a compra de imóveis faz parte das situações em que esse benefício pode ser resgatado. Porém, se você não tem um valor muito alto de FGTS para usar como entrada, você ainda pode utilizá-lo a cada dois anos para abatimento nas parcelas.

 

5- Tome cuidado com os empréstimos

 

Não procure empréstimos bancários se você não tiver a quantia da entrada: fazendo isso, você vai ter de pagar tanto o financiamento quanto esse empréstimo. As opções são comprar sem entrada, usar o FGTS ou acumular o dinheiro necessário.

 

6- Procure uma apólice de seguros

 

Existem seguradoras que têm apólices exatamente para o caso de desemprego: ela paga o imóvel até que o segurado consiga outro emprego. Vale a pena a pesquisa dessas apólices e a escolha de uma acessível.

 

 

 

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