O investimento em imóveis sempre foi visto como uma das maneiras mais garantidas de não perder dinheiro, tendo a certeza de que, em algum momento, teremos um retorno financeiro. Uma das indicações a quem consegue uma quantia maior de dinheiro (por uma herança, um prêmio, etc.) é comprar imóveis, sejam eles comerciais ou residenciais.

O motivo é que, tendo um imóvel, o seu proprietário nunca sai perdendo já que pode residir no lugar ou alugá-lo, tendo uma fonte de renda adicional. No entanto, nem todo mundo se sente seguro atualmente para fazer investimentos dessa natureza por causa dos impactos negativos da pandemia.

O medo de investir na compra de um imóvel e depois ele se desvalorizar é muito grande: além disso, como as pessoas vão alugar o imóvel se tantas estão sem emprego? No entanto, a boa notícia é que, no primeiro semestre de 2020, esse setor passou a ser ainda mais procurado.

Por isso, quem tem um dinheiro a mais e não sabe como investir deve considerar fortemente a ideia de adquirir um galpão, um escritório, uma casa, um apartamento ou outros tipos de imóveis.

Parcelando? Os índices apresentam vantagens

Apesar de uma parcela das pessoas ter perdido o emprego por causa da pandemia, muita gente ainda continua trabalhando, mesmo que seja por home office. Nesse caso, o índice para o parcelamento se torna muito positivo, até mesmo porque é possível usar vários artifícios:

  • Participação no Minha Casa Minha Vida;
  • Cobrança de IPCA e 2,25% de juros por ano, o que é um valor muito acessível;
  • Para quem escolhe um financiamento da Caixa Econômica Federal, há o benefício de ficar 6 meses sem pagar a primeira parcela do financiamento.

Inclusive, essas condições favoráveis para investimentos em imóveis também se aplicam a quem procura por imóveis novos, que costumam ser mais difíceis de ser comprados por causa do valor mais alto.

Para entender melhor como isso é verdade, dá para usar São Paulo como um exemplo: o mês com maior quantidade de imóveis novos comprados foi dezembro de 2019. No entanto, depois de uma leve queda, o volume de compra de imóveis novos voltou a crescer e agora está bem promissor.

O mesmo quadro se repete em outros Estados, onde o investimento dessa natureza está superando e muito as demais opções de aplicações financeiras.

Se o número de pessoas comprando imóveis novos está crescendo muito, o de pessoas alugando imóveis também não para de subir.

Até o momento, a principal rentabilidade no país é da cidade de Campinas, com 53%, mas a capital paulista também não fica atrás, com 48% de lucro no setor.

Nem todo mundo entende como, em um momento de pandemia, seja uma hora boa para investir em imóveis. Aliás, a primeira ideia seria de que segurar dinheiro é a melhor opção, mas existem explicações concretas para que as coisas estejam caminhando dessa maneira e elas são dadas por especialistas do setor.

Por que a compra de imóveis está tão vantajosa desde do semestre passado

O motivo para que tantos imóveis em excelentes condições estejam sendo vendidos com condições vantajosas é que muitas pessoas precisam abrir mão deles, em certa medida, por causa da pandemia.

Há vários proprietários que estão precisando de dinheiro quase de forma imediata e não têm condições de arcar com IPTU ou com outras taxas. Dessa maneira, elas precisam se desfazer dos seus escritórios, apartamentos, galpões e outras posses.

Como consequência, esses proprietários autorizam as imobiliárias a pedir valores bem menores nos seus imóveis, de forma que a venda seja acelerada. Isso, é claro, cria ótimas condições para que as pessoas comprem esses imóveis.

O investimento em imóveis também está muito melhor para quem opta por imóveis novos por causa das construtoras, que estão tentando fugir dos prejuízos.

Quando a pandemia começou, é claro que haviam muitas construtoras já com imóveis sendo preparados e deixá-los vazios é um grande prejuízo. Por isso, até os apartamentos e casas que acabaram de ser finalizados podem ser adquiridos com um índice bem mais acessível.

Por que o aluguel é uma boa opção no investimento em imóveis?

A locação de um imóvel, seja ele novo ou não, também está muito mais vantajoso porque as pessoas que têm uma casa ou apartamento, por exemplo, estão precisando de mais renda e uma das melhores opções é conseguir um locador.

Infelizmente, conseguir alugar o imóvel é a única alternativa para que esses proprietários não precisem proceder à venda. Como consequência, os valores pedidos por mês estão mais baixos, com os juros em contrato também reduzidos, tudo isso para que pessoas com diversas condições financeiras possam alugar.

Cabe salientar que quem mora de aluguel e está pensando em comprar um imóvel, este é o momento certo para isso. Vale a pena procurar por uma imobiliária ou construtora da região para saber se há imóveis disponíveis.

investimento imóveis

Mesmo com vantagens e juros baixos, o cuidado não pode ser esquecido

A compra ou locação de um imóvel ainda precisa ser bem pensada, mesmo com as taxas de juros em 2,25% ao ano e os valores mais baixos de mensalidades e de aluguel. Isso porque o entusiasmo para fazer o investimento pode ser traiçoeiro e algumas coisas têm de ser analisadas:

  • A longo prazo, o valor do aluguel ou da mensalidade do financiamento está de acordo com o orçamento?
  • Os juros estão de acordo com a redução praticada pelo Banco Central ou estão abusivos?
  • Caso a negociação seja feita direto com o proprietário, é muito importante fazer um contrato, mesmo que simples, e exigir a sua assinatura, fazendo o reconhecimento em cartório

Além desses cuidados financeiros, é importante não se prender apenas aos juros na hora de escolher os imóveis: é fundamental prestar atenção no estado geral porque isso faz muita diferença ao alugar ou vender, tendo retorno do seu investimento.

Minha Casa Minha Vida 2020

Os investimentos nos imóveis no programa Minha Casa Minha Vida se tornam cada vez mais atrativos em vários aspectos, sendo os 2 a seguir os principais:

  • Taxas e Juros menores: enquanto outros modelos de financiamento operam com 10% de juros, os imóveis do programa variam entre 5% a 8,6%.
  • Subsídio nos imóveis: É um auxílio oferecido pelo governo às famílias que possuem menor poder aquisitivo, no qual uma parte do valor do imóvel é paga sem necessidade de reembolso. Esse benefício pode cobrir até 90% do custo total do bem e o cálculo é feito por meio da consideração de diversos fatores, como a localização e o valor do imóvel, a idade do solicitante, a renda familiar, etc

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